Características Cepa pura, não GMO Produção de ácido láctico: 2 a 7g/L. Mosto com maior teor de glicose leva a maior formação de ácido láctico Redução do pH: 0,2 a 0,8 unidades Inicialmente, produz ácido láctico para domínio
meio e, na sequência, inicia a produção de álcool Temperatura ideal: 22 a 28°C Resistência ao álcool: máx. 15% (v/v) Baixa complexidade nutricional requerida Ideal para produção de cervejas ácidas Produz aromas típico de frutas tropicais, pêssego Pode ser usada de forma sequencial com Saccharomyces. Inocular a Saccharomyces após a formação do ácido pela CVE-7 (próximo do 5° dia) Metaboliza uma gama de açúcares mais ampla, p.ex. pentoses, do que leveduras do gênero Saccharomyces. Não metaboliza lactose
Recomendações
Há cervejarias que preferem reidratar o fermento antes do uso. Outras preferem inocular o fermento seco ao mosto. Ambas práticas resultam positivas na prática.
Não é necessário aerar o mosto se a quantidade dosada ao tanque estiver dentro da recomendada. O fermento possui reserva de ergosterol suficiente para uma certa quantidade de replicação no mosto.
Reidratação: Suspender o fermento em água previamente fervida (10-20% p/v) ou mosto diluído (2:1 água/mosto), a 22-30°C em frasco estéril. Agitar levemente por 5 minutos para suspender as células e deixe em repouso por 10-20 minutos. Ajustar a temperatura para a temperatura do mosto. Se a diferença para ajuste for maior que 10°C, evitar choque térmico misturando, em etapas, um pouco de mosto, para correção de até 10°C, com repouso de 5 minutos. Realizar todo o procedimento de reidratação, idealmente, em menos de 30 minutos, para reduzir o risco de
contaminação por outros microrganismos. Inocular assim que tiver terminado a reidratação. Homogeneizar o fermento com o mosto. Less
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